Arqueólogos estão na moda

por Alexandre Fugita 0:32

Pelo visto arqueólogos estão na moda. O melhor de todos continua sendo o Indiana Jones, com certeza. Toda vez que me lembro de suas aventuras, me delicio a recordar as risadas e emoções vividas no final da década de 80 e início de 90.

Depois surgiram outros como a Lara Croft, da série de mesmo nome, Robert Langdon, do Código Da Vinci e outras obras do Dan Brown e também, mais recentemente, Benjamin Gates, da série A Lenda do Tesouro Perdido, nenhum com o charme da grife Indiana Jones.

Neste último Benjamin Gates volta no segundo filme da série com o subtítulo de O Livro dos Segredos (National Treasure: Book of Secrets, EUA, 2007, 124 min), referência ao possível livro secreto passado de presidente para presidente dos EUA. Entre tantos segredos que o livro guarda – da existência da Área 51 à morte de JFK – está parte do enigma que leva a uma cidade perdida, meio Inca, meio Maia, feita de ouro, um verdadeiro Fort Knox pré-Guerra Civil americana.

O filme em si esforça-se para ser interessante e engraçado. Mas a saída encontrada são clichês que os cinéfilos acham sem graça mas a platéia vibra. Claro, serve muito bem como diversão de fim-de-semana, sem compromisso. O Nicolas Cage já fez papéis muito melhores em filmes como Despedida de Las Vegas ou mais recentemente em O Senhor da Guerra.

Gosto de filmes que procuram tesouros escondidos. Mas prefiro o Indiana Jones como protagonista principal, mal posso esperar pelo seu retorno agora em 2008!

Veja também:

O que será que o David Lynch cheirou desta vez?

por Alexandre Fugita 1:10

Há cerca de três semanas fui assistir com amigos ao último filme do David Lynch, o Império dos Sonhos (Inland Empire, EUA, 2006, 180 min). Sério, não entendi nada mas, claro, isso já era esperado. Muitos dos filmes deste diretor enigmático exigem atenção extrema ou rever a fita algumas vezes.

Até onde eu entendi, existe uma história de uma atriz em crise existencial (Laura Dern), uma sala com pessoas fantasiadas de coelho e risadas aleatórias, e muitas cenas escuras que não usam o recurso da noite americana e portanto não passam de cenas escuras com alguns sons e falas, ou seja, sem imagem.

Não existe qualquer seqüência lógica na história, se é que existe uma. Segundo críticas que li, o diretor filmava a esmo cenas aqui e acolá na esperança de criar uma obra coesa. Pra mim não há coerência e sim muito humor nas coisas nonsense que acontecem na tela do cinema. Risadas não faltaram nestes momentos absurdos.

Pelo menos desta vez a loira não virou morena e nem a mulher virou um cara. Mas o fato de ninguém entender os filmes dele faz com que na tradução brasileira seus filmes invariavelmente contenham a palavra “sonho” no título, mesmo não sendo essa a tradução literal.

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Meu nome não é Johnny

por Alexandre Fugita 4:21

Os filmes brasileiros passam por uma fase de certa prosperidade. Uns 5 anos atrás se alguém soubesse que você assistia a filme brasileiros, ou era motivo de piada, ou você era um estranho. Carandiru, mais do que Cidade de Deus, abriu ao povão o cartão de visitas da produção nacional. Desde então dezenas de filmes feitos em nosso imenso país ganham as telas todos os anos, como uma retomada estendida.

No começo os filmes eram ótimos, claro, excluindo desta conta os da Xuxa e semelhantes. Depois da popularização, a qualidade começou a degringolar. Foi nessa época que a moda era assistir a todas as produções tupiniquins. Eu pulei. Agora, novamente, produções de qualidade se destacam. O filme Meu nome não é Johnny faz parte desta última leva.

Apesar de longo, a história baseada em fatos reais é interessante. O próprio João Estrela, principal protagonista, faz uma “cameo” como enfermeiro do hospício. Só descobri ao ler os créditos finais. Cinéfilo que é cinéfilo gosta de ler as letrinhas miúdas que rolam ao final do filme. Até a Grace, do ótimo O Barato de Grace faz uma ponta no filme. Ela é a fornecedora de um Estrela iniciante no mundo do crime.

João Estrela é um cara sem rumo que acaba se envolvendo no mundo da distribuição de drogas. É quase que um dom natural. As mesmas habilidades não são demostradas no ramo financeiro. Apesar de movimentar de 5 a 6 zeros, vive sem dinheiro. Pelo menos é isso que deixa transparecer.

A história se passa em sua maior parte nos anos 80 e 90. De novo, como todo cinéfilo, fiquei procurando falhas nesta ambientação. Bom, neste quesito foi tudo muito bem estruturado. Para ajudar as datas que aparecem ao fundo do cenário batem com a realidade. João Estrela foi preso em 27 de Novembro de 1995 segundo o calendário na delegacia da PF. Foi solto em Dezembro de 1998. O dia 12 de Dezembro de 1998 é um Sábado, e essa data aparece em um cartaz no presídio, anunciando algum evento importante…

Se vale assistir? Vale.

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Noitão HSBC de muitas filas

por Alexandre Fugita 21:26

Toda segunda sexta-feira do mês o HSBC Belas Artes faz o Noitão, três filmes da meia-noite às 6h, com um tema definido, sendo um deles surpresa. De vez em quando dou às caras pois trata-se de um dos meus passatempos preferidos e com bons filmes. O último deles aconteceu na madrugada do dia 12 de Janeiro e o tema foi “Mistérios e Mentiras”, com os filmes Paranoid Park, A Quase Verdade e O hotel de 1 milhão de dólares, este último o filme-surpresa da noite. Mas na verdade a surpresa acabou sendo outra.

Por algum motivo a organização do evento resolveu mudar o esquema do Noitão. Ao invés de ficarmos o tempo todo na mesma sala – e, por exemplo, tirar uma soneca no intervalo – os filmes é que ficaram na mesma sala, rebobinando, acho… Terminava um filme, tínhamos que nos direcionar ao outro e pegar fila. Ou seja, só nisso foram duas filas a mais durante a noite.

Claro, antes, todos pegaram fila para comprar ingresso, fila para entrar na sala de cinema, fila para pegar um refrigerante no café. Fila, fila, fila. Não sei quando aos outros frequentadores do evento, mas não gostei da mudança. Quem quer pegar fila às 2h da manhã? Eu não!
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Falta de luz no cinema

por Alexandre Fugita 11:44

Como todo cinéfilo de carteirinha, quando estou perto de algum cinema bom, não hesito em dar um pulo na bilheteria para ver o que está passando. Por vezes acabo até entrando em uma sessão, sozinho, para curtir mais uma obra da sétima arte.

hsbc-falta-luz.jpgFoi mais ou menos isso que aconteceu ontem no final da tarde. Estava próximo ao cine HSBC Belas Artes e resolvi passar lá para ver o que estava em cartaz. Infelizmente o cinema estava fechado por falta de luz. Sim, falta de luz. Hoje ao abrir o jornal descobri o motivo do problema. A região central de SP ficou ontem por algumas horas às escuras e o Belas Artes foi afetado.

Bom, essa não é a primeira vez que presencio esse problema. Uma vez estava em algum cinema perdido pela cidade e realmente acabou a luz. Ficamos uns 15 minutos sem filme mas com tempo para um social e ir ao banheiro. Até parecia aquelas sessões do interiorzão em que no meio do filme interrompe-se a exibição para uma pausa para o café.

Acabei lembrando também da clássica cena do filme Gremlins – não sei qual continuação – em que o cinema é invadido pelos bichinhos e a tela do cinema parece derreter… Em um primeiro momento todo mundo achou que o filme realmente derreteu e que precisaríamos exigir nosso dinheiro de volta. Mas 10 segundos depois o filme volta e entendemos que aquela tela era na verdade uma tela de uma sala de cinema dentro do filme e os Gremlins tinham destruído o projetor. E tome risadas!
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O Reino: choque de culturas

por Alexandre Fugita 21:51

Fui assistir ao filme O Reino (The Kingdom, EUA, 2007, 109 minutos), que está em cartaz em SP e saí com uma ótima impressão. O filme trata de uma equipe do FBI que vai a Riad, na Arábia Saudita, ajudar na investigação de um ataque terrorista a um condomínio residencial de americanos em solo estrangeiro. Há um verdadeiro choque de culturas, nas coisas mais simples. A terra da liberdade encontra dificuldades em um país islâmico. As diferenças ficam evidentes.

O Reino

É interessante notar que nos últimos anos muitos filmes do pós 11 de Setembro tratam de formas diferentes o tema do terrorismo. Primeiro veio o Michael Moore, com o seu Fahrenheit 9/11, mostrando as relações entre as famílias Bush e Bin Laden. O documentário mostrou um Bush inerte e inútil na guerra contra o terror.

Outro filme que chamou a atenção foi o Paradise Now, que retrata a vida de dois palestinos escolhidos para se tornarem homens-bomba. Mostra exatamente como o Islamismo possui forte presença na vida das pessoas seguidoras da religião e determina, sem questionamentos, seus destinos. Para nós, de fora, é um choque de culturas.

Já no campo das séries, o Sleeper Cell retratou as duas faces da Jihad, guerra santa. De um lado um agente do FBI muçulmano infiltrado em uma célula terrorista em Los Angeles. De outro, um grupo insuspeito de cidadãos americanos, muçulmanos, que planejam ataques aos EUA a partir de solo americano. Outro choque de culturas.

O Reino conta com atores famosos como Jamie Foxx, Chris Cooper e Jennifer Garner. Vale assistir para observar bem esse choque de culturas, que aparentemente não se entendem, mas que almejam um único objetivo: achar e punir os terroristas responsáveis pelo ataque.